EM ALTA NAS PESQUISAS, LULA VIRA RÉU DE NOVO

No mesmo dia em que pesquisa CNT/MDA apontou o ex-presidente Lula eleito presidente pela terceira vez, se as eleições fossem hoje, o Poder Judiciário deu sua resposta: a Justiça Federal em Brasília aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra Lula e o ex-ministro Gilberto Carvalho por corrupção passiva em um dos processos da Operação Zelotes; com a decisão, proferida pelo juiz federal Vallisney de Oliveira, os acusados se tornam réus no processo; de acordo com a denúncia, Lula, Carvalho e mais cinco investigados são acusados de beneficiar montadoras de veículos por meio da edição de medidas provisórias que vêm desde o governo FHC; pela pesquisa, Lula venceria todos os adversários

247 – No mesmo dia em que pesquisa CNT/MDA apontou o ex-presidente Lula eleito presidente pela terceira vez, se as eleições fossem hoje (leia aqui), o Poder Judiciário deu sua resposta: a Justiça Federal em Brasília aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra Lula e o ex-ministro Gilberto Carvalho por corrupção passiva em um dos processos da Operação Zelotes.

 Abaixo reportagem da Agência Brasil:  André Richter – repórter da Agência Brasil

A Justiça Federal em Brasília aceitou hoje (19) denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro Gilberto Carvalho por corrupção passiva em um dos processos da Operação Zelotes. Com a decisão, proferida pelo juiz federal Vallisney de Oliveira, os acusados se tornam réus no processo.

De acordo com a denúncia, Lula, Carvalho e mais cinco investigados são acusados de beneficiar montadoras de veículos por meio da edição de medidas provisórias. As empresas automobilísticas teriam prometido R$ 6 milhões a Lula e Carvalho em troca de benefícios para o setor, afirmam os procuradores do caso.

“Diante de tal promessa, os agentes públicos, infringindo dever funcional, favoreceram as montadoras de veículos MMC [Mitsubishi] e Caoa ao editarem, em celeridade e procedimento atípicos, a Medida Provisória n° 471, em 23/11/2009, exatamente nos termos encomendados, franqueando aos corruptores, inclusive, conhecimento do texto dela antes de ser publicada e sequer numerada, depois de feitos os ajustes encomendados”, afirma o MPF.

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